Homilia do Sr. Bispo no Dia da Imaculada Conceição

Homilia de D. António Carrilho, Bispo do Funchal,
na Solenidade da Imaculada Conceição – Padroeira de Portugal

Sé do Funchal, 8 de Dezembro de 2011

Maria Imaculada, aurora da Redenção

«Salvé, cheia de graça, o Senhor está contigo!» (Lc 1, 28). Em união com toda a Igreja, celebramos hoje a Solenidade da Imaculada Conceição, a singular graça e privilégio da Virgem Maria: desde a sua concepção, em ordem à sua maternidade divina, ela foi preservada de toda a mancha de pecado e enriquecida com uma plenitude de graça incomparável. Ela é, por isso, a mais santa de todas as criaturas!
Celebramos a Imaculada Conceição. Na verdade, foi no dia 8 de Dezembro de 1854 que o Papa Pio IX proclamou este Dogma, dizendo: “Declaramos, pronunciamos e definimos que a doutrina que afirma que a bem-aventurada Virgem Maria, no primeiro momento da sua concepção, por graça de Deus, foi preservada imune de toda a mácula do pecado original, é uma doutrina revelada por Deus e que assim deve ser acreditada firmemente”.
Celebrar esta solenidade é sentir o Coração de Maria palpitar de amor por Deus e por nós, na imensidão do mistério de Graça e de Amor do Pai pela Humanidade. Qual nova Eva, “cheia de graça”, Maria refulge na Igreja com as suas excelsas virtudes: ela é verdadeiramente Mãe, educadora e modelo da Igreja. “A Igreja, ensinada pelo Espírito Santo, consagra-lhe, como mãe amantíssima, filial afecto de piedade” (LG 53).

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