“Rede de oração” ou "Lausperene" pelas vocações até 11 de Junho

A “rede de oração”, ou “Lausperene”, agora iniciada, “vai prolongar-se até 11 de Junho, solenidade do Sagrado Coração de Jesus, até ao encerramento do Ano sacerdotal.” Mas, “não irá acabar, é para continuar”, porque “é uma marca importante neste caminho pastoral da nossa diocese”, afirmou ontem D. António Carrilho na abertura desta “oração contínua” pelas vocações na nossa diocese.
A iniciativa, dinamizada pelo Secretariado Diocesano da Pastoral das Vocações, insere-se na celebração do Ano Sacerdotal que termina a 11 de Junho próximo; e dispõe-se também a continuar com as vivências da visita da Imagem Peregrina de Fátima pelas paróquias e instituições diocesanas, lembrou ontem o Bispo do Funchal na abertura do “Lausperene”.
“Diante do Santíssimo Sacramento temos a confiança que Deus chama e convida todos, e põe diante de nós a responsabilidade, como Igreja que somos, de fazer chegar o Evangelho a toda a parte, a todas as pessoas”.
“Há muitas que será chamada, mas terá que abrir os olhos e o coração para se encontrar com o próprio Jesus, para ter a coragem de deixar o barco, as redes, a sua faina e preocupação de cada dia, como os apóstolos tiveram, para se colocar ao serviço de uma nova missão”, disse no início desta “oração contínua pelas vocações” o Bispo do Funchal.

“Tempo especial” que deve ser “prática normal”

Na sua meditação, D. António considerou ainda que “este tempo especial de oração” deverá “entrar na prática normal da vida da Igreja, das nossas comunidades.”
“Precisamos de sacerdotes, de religiosos (as), de pessoas que consagrem as suas vidas; precisamos de pedir ao Senhor vocações, mas também precisamos de criar ambiente para que nas nossas comunidades, paróquias e instituições, se desperte para o sentido do chamamento e da missão”, disse.
“O percurso que a rede de oração vai seguir é semelhante ao da visita da Imagem Peregrina. Cada paróquia terá três horas de adoração, até à meia-noite, e das seis da manhã em diante; e as comunidades religiosas terão horas de adoração nocturna”.
“Estamos todos unidos nesta or ação, neste mesmo sentir, e oxalá que a nossa diocese se faça ao largo da missão, com generosidade e entrega, como fizeram os apóstolos”, sublinhou D. António Carrilho a terminar.

Vera Luza
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