25 ANOS: Rev. P. João de Freitas Mendonça
50 ANOS: Rev.dos Padres Cón. António Rodrigues Rebola, Padre Isidro Rodrigues, Padre José Teixeira Marques, Padre Rafael Maria Andrade e Padre Tavares, todos eles ordenados em 15 de Agosto de 1959.

Serão ordenados na Sé do Funchal:
ORDEM DOS PRESBÍTEROS:
DIÁCONO JOSÉ ROSÁRIO FREITAS COSTA, SCJ, da Paróquia do Estreito de Câmara de Lobos.
ORDEM DOS DIÁCONOS:
HUGO FILIPE ALMADA GOMES, da Paróquia de Santana.
FERNANDO RICARDO GOUVEIA FREITAS, da Paróquia das Preces.
O Ricardo nasceu no dia 2 de Fevereiro de 1982, no Funchal e foi baptizado no dia 13 de Março de 1982 na Paróquia da Lombada, Santa Cruz. Foi crismado no dia 18 de Janeiro de 1998 na Paróquia de Nossa Senhora das Preces. Recebeu o ministério de leitor no dia 5 Abril de 2007 e de acólito no dia 16 de Agosto de 2008 na Sé do Funchal.
Frequentou o Seminário Maior de Nossa Senhora de Fátima de 2002 a 2005 e o Seminário Maior de Cristo Rei (Olivais) de 2005 a 2009 tendo trabalhado pastoralmente na Paróquia da Nazaré, Paróquia dos Álamos e Paróquia de Nossa Senhora das Preces. No Patriarco de Lisboa trabalhou na Paróquia de Cristo Rei da Portela, Paróquia do Milharado, Paróquia do Gradil e Paróquia de Vila Franca do Rosário.
LUÍS MIGUEL DELGADO PEDREIRO, da Paróquia da Santa.
O Luís Miguel nasceu no dia 15 de Novembro de 1984 em Vereeniging, África do Sul e foi baptizado no dia 31 de Março de 1985 na Igreja de Santo António dos Portugueses em Joanesburgo. Foi crismado no dia 22 de Fevereiro de 1999 na Paróquia de Santa Maria Madalena, Santa do Porto Moniz. Recebeu o ministério de leitor no dia 5 de Abril de 2007 na Sé do Funchal e de Acólito no dia 16 de Agosto de 2008.
Frequentou o Pré-Seminário do Funchal e o Seminário Maior de Nossa Senhora de Fátima, Funchal (2000-2005) assim como o Seminário Maior de Cristo Rei dos Olivais, Lisboa (2005-2009); trabalhou pastoralmente na Paróquia de São Gonçalo (2003); Paróquia da Graça (2004); Paróquia de Nossa Senhora do Cabo de Linda-a-Velha (2005-2007); Paróquia de Nossa Senhora da Purificação de Sacavém (2007-2009).

A encíclica "Caritas in veritate" advoga um desenvolvimento que inclua "o espiritual", para evitar alguns dos males que afligem as sociedades ditas desenvolvidas.
"A alienação social e psicológica e as inúmeras neuroses que caracterizam as sociedades opulentas devem-se também a causas de ordem espiritual. Uma sociedade do bem-estar, materialmente desenvolvida mas oprimente para a alma, de per si não está orientada para o autêntico desenvolvimento", escreve o Papa.
"As novas formas de escravidão da droga e o desespero em que caem tantas pessoas têm uma explicação não só sociológica e psicológica, mas essencialmente espiritual. O vazio em que a alma se sente abandonada, embora no meio de tantas terapias para o corpo e para o psíquico, gera sofrimento", prossegue.
A encíclica considera que "uma certa proliferação de percursos religiosos de pequenos grupos ou mesmo de pessoas individuais e o sincretismo religioso podem ser factores de dispersão e de apatia".
"Um possível efeito negativo do processo de globalização é a tendência a favorecer tal sincretismo, alimentando formas de «religião» que, em vez de fazer as pessoas encontrarem-se, alheiam-nas umas das outras e afastam-nas da realidade", aponta.
Para o Papa, a religião cristã e as outras religiões só podem dar o seu contributo para o desenvolvimento "se Deus encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, económica e particularmente política".
"A doutrina social da Igreja nasceu para reivindicar este «estatuto de cidadania» da religião cristã", recorda.
Bento XVI explica que "viver a caridade na verdade leva a compreender que a adesão aos valores do cristianismo é um elemento útil e mesmo indispensável para a construção duma boa sociedade e dum verdadeiro desenvolvimento humano integral".
"Um cristianismo de caridade sem verdade pode ser facilmente confundido com uma reserva de bons sentimentos, úteis para a convivência social mas marginais", indica.
Bento XVI considera que "não há desenvolvimento pleno nem bem comum universal sem o bem espiritual e moral das pessoas".
O documento chama a sociedade actual a uma "séria revisão do seu estilo de vida" que, em muitas partes do mundo, "pende para o hedonismo e o consumismo, sem olhar aos danos que daí derivam", apelando também à "responsabilidade social do consumidor".
Por tudo isto, Bento XVI defende que "o desenvolvimento implica atenção à vida espiritual". "O humanismo que exclui Deus é um humanismo desumano. Só um humanismo aberto ao Absoluto pode guiar-nos na promoção e realização de formas de vida social e civil", pode ler-se.
Os media são outro alvo das considerações. O Papa afirma que "os meios de comunicação social não favorecem a liberdade nem globalizam o desenvolvimento e a democracia para todos, simplesmente porque multiplicam as possibilidades de interligação e circulação das ideias".
"Para alcançar tais objectivos, é preciso que estejam centrados na promoção da dignidade das pessoas e dos povos", precisa.

